quarta-feira, 16 de novembro de 2011

16-Nov-2011 - DIA DO POLICIAL FEDERAL

16-Nov-2011 - DIA DO POLICIAL FEDERAL
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Nesta terça-feira, 16 de novembro, é comemorado o Dia do Policial Federal, instituído por meio do Decreto 5.279 de 22 de novembro de 2004. Historicamente, foi no dia 16/11/1964 que o então Departamento Federal de Segurança Pública (DFSP) passou a ter atuação em todo território nacional, pela Lei 4.483/64, que estabeleceu suas diversas atribuições. “Parabenizamos todos os valorosos servidores ativos e aposentados da Polícia Federal neste dia, pois são eles que transformaram a nossa instituição em uma das instituições brasileiras mais respeitadas e aprovadas nacionalmente e internacionalmente por sua eficiência no combate ao crime organizado, defesa da segurança, da ordem e da cidadania”, enfatiza Ivo Arruda, presidente da ANSEF.
Nada mais oportuno do que no Dia do Policial Federal estreitarmos os laços com o sagrado e entoarmos a Oração do Policial Federal, agradecendo a Deus a proteção e a capacidade de reflexão.
“Senhor, eu devo ser humilde e anônimo mas, como conseguir Senhor – sem a Vossa ajuda – livrar-me da vaidade da missão cumprida, do orgulho da consciência imperturbada? Sei ainda, Senhor, que no cumprir das minhas tarefas, irá aguardar-me, comumente, a incompreensão e o inconformismo de muitos daqueles por quem veio, e pelos os quais hei de assistir a agonia do companheiro-guardião mais próximo de meu coração, imbuído ele, como eu, dos mesmos ideais que foram aceitos com destemor em dia solene e inesquecível. Fazei então Senhor, nesses instantes amargos e depressivos que tornam obscuros por densa cortina d’água, os meus olhos e minhas mãos procuram, debalde, ensangüentadas, estancar o fluído vital que se esvai e levará consigo o último estertor do amigo que eu assistir acabrunhado, que não me revolte eu, ou me deixe dominar pela ira e pela irracional sede de vingança. Fazei, Senhor, que eu me recorde de tudo aquilo que me foi ensinado, tornando-me mais humano e menos mortal que os outros homens e disciplinarmente, compreenda e acate os Vossos desígnios.
Dai-me Senhor – por acréscimo – as qualidades que necessito para compartilhar da dor alheia e entender a tragédia humana dentro dos seus reais limites, jamais permitindo o ingresso de alguém numa trilha quase sempre sem retorno. Dai-me Senhor, ainda, a vitalidade perene da minha consciência, através da lucidez, do equilíbrio de atitudes, da sensatez, da firmeza, da determinação, da coragem, da fé nos destinos maiores do ser humano e de toda a humanidade, para que eu jamais hesite ou retroceda ante o dever, esteja ausente do combate quando minha presença se fizer necessária no instante-momento, relâmpago-espaço, da decisão e da ação em defesa daqueles a quem dedico minha efêmera existência.
Finalmente, Senhor, dai-me – mesmo nos momentos de repouso – o cansaço da reflexão, que me amadurecerá o espírito, o dom da autocrítica, que impedirá o embotamento de meus sentidos e o adormecimento do meu alerta interior... para quando... em chegada a minha hora derradeira e em Vossa Presença, possa afirmar sentidamente que fiz tudo que me fora possível fazer. E – quem sabe? – Senhor, perceber o Vosso magnânimo sorriso e o leve toque de Vossas mãos divinas sobre minha cabeça compungida, a dizer-me que eu levante o rosto e Vos encare, pois fui um justo na face da terra..."
(Autor: Delegado de Polícia Federal Francisco de Assis Cavalcante Barros Leal †)

Dia 16/11 - Semana da Musica

Dia 16/11 - Semana da música 


História da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.

Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental e freqüentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antiga e se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas de tradição européia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.). Este conceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente. A disciplina, no entanto, estuda o desenvolvimento da música em todas as épocas e civilizações, pois a música é um fenômeno que perpassa toda a humanidade, em todo o globo, desde a pré-história.

Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo "história da música" significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica."

Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.

Somente através do estudo de sítios arqueológicos podemos ter uma idéia do desenvolvimento da música nos primeiros grupos humanos. A arte rupestre encontrada em cavernas dá uma vaga idéia desse desenvolvimento ao apresentar figuras que parecem cantar, dançar ou tocar instrumentos. Fragmentos do que parecem ser instrumentos musicais oferecem novas pistas para completar esse cenário. No entanto, toda a cronologia do desenvolvimento musical não pode ser definida com precisão. É impossível, por exemplo, precisar se a música vocal surgiu antes ou depois das batidas com bastões ou percussões corporais. Mas podemos especular, a partir dos desenvolvimentos cognitivos ou da habilidade de manipular materiais, sobre algumas das possíveis evoluções na música.
Autor: (Desconhecido)

16.11. DIA MUNDIAL DA TOLERÂNCIA (UNESCO) - (Click Aqui)

16.11. DIA MUNDIAL DA TOLERÂNCIA (UNESCO)

Do assunto não mantenho distância,
pois hoje é o dia da Tolerância.
Nesse mundo de ignorante,
é preciso ser mais tolerante.

Vamos ser condescendente
com certo tipo de gente.
Mesmo sem ter a culpa,
aceitemos do outro a desculpa.

A opinião adversária
mesmo sendo contrária
deve sempre ser ouvida.

Tenha sempre na mente
que o fato de ser indulgente
é uma lição de vida.

Dia 16/11 - Dia Nacional do Mar - (Click Aqui)

Dia 16/11 - Dia Nacional do Mar
Descrição
O Dia Nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994.

Esta convenção foi ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997 e, um ano mais tarde, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado como o Dia Nacional do Mar.

O Museu de Marinha assinala a data com uma Oficina de Modelismo Náutico.

Dinamizada pelo Grupo de Amigos do Museu de Marinha (GAMMA), esta Oficina abre as portas com um programa muito especial:

  • A Oficina estará em pleno funcionamento, com a continuação do 1º Curso de Modelismo Náutico, com a construção dos veleiros de vela ligeira portugueses 'Vouga';
  • No espaço coberto fronteiro à 'Oficina Viva' irá desenrolar-se um workshop simples de construção naval, destinado a crianças, despertando assim o interesse das mesmas para o 'Mar'. As actividades incidirão em pequenos modelos que as crianças poderão construir, com materiais como a madeira, esferovite, papel e cartão;
  • No espelho de água junto ao Pavilhão das Galeotas, estarão o farol e a ilha, bem como alguns modelos a navegarem; estes modelos serão veleiros e outras embarcações rc (rádio-comandadas), que poderão ser 'pilotadas' por todos (esta última actividade está dependente das condições meteorológicas).

16.11. DIA DA TRADIÇÃO ORAL - (Click Aqui)

16.11. DIA DA TRADIÇÃO ORAL

No olhar me vem um brilho
quando entrego o passado ao meu filho.
Tem um grande valor emocional
toda nossa tradição oral.

Numa lenda ou narrativa,
ao passado se incentiva.
Tudo por nós contado,
na criança fica gravado.

A transmissão de valores,
merece nossos louvores
contribuindo na formação.

Passando de idade a idade,
ela conserva na realidade
O contexto cultural dos Evangelhos (línguas):




§Quatro línguas eram faladas:
§
§


HEBRAICO: Era a língua pátria dos judeus, era mais usada no templo e nas atividades religiosas;





§ARAMAICO: Era a língua popular da palestina, usada pelos judeus após o cativeiro babilônico (Jr. 25.11) era derivado do alfabeto fenício;





GREGO: Era a língua predominante da época. O grego usado nos Evangelhos, era o grego “Koiné” (popular);




LATIM: Era a língua do império romano, falada pelos soldados e cidadãos romanos, era uma língua importante na época no contexto da palestina.

toda nossa tradição.                                                                                                                

Dia 16/11 - Dia do Não Fumar - (Click Aqui)

Dia 16/11 - Dia do Não Fumar

Dirijo – me ao viciado,

a esse escravo do baseado.

Ao qual o vício domina,

na dependência que não termina.

Seja qual for a sua idade

mostre a força de vontade.

Dê ao próximo a alegria

de não fumar nesse dia.

Mesmo estando num precipício

este pode ser o início

da sua libertação.

Lute contra a ansiedade,

combata o vício de verdade

pela própria salvação.                                                               Por: Gilson Lira                                                                                        

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dia 15/11 Dia Mundialda Filosofia (UNESCO) - (Click Aqui)

O Dia Mundial da Filosofia é o momento propício para se compreender, com Merlau-Ponty, que “a verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo”.

O Dia Mundial da Filosofia foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Todos os anos ele é comemorado na terceira quinta-feira do mês de novembro. Neste ano de 2007, os eventos alusivos à data acontecem neste 15 de novembro, dia durante o qual se discutirá, entre outras coisas, sobre para que serve a filosofia.

Quero entender que essa data reforça a idéia de que a filosofia não está morta. Se ela for mortal, falecerá no dia em que o último ser humano for banido da face da Terra. Por que? Porque a filosofia tem como essência de sua razão de ser a capacidade humana de usar a própria complexidade cognitiva para representar o mundo e a vida concreta nele inserida.

Não há como impedir que o homem e a mulher pensem sobre a vida, representem o existente, analisem os pensamentos já manifestos historicamente ou critiquem as representações que resultam em visões dos mais diferentes matizes. Interditar o pensamento é interditar o humano.
Não fosse isso, os filósofos não estariam preocupados em mostrar que a filosofia possa ser um instrumento a mais a auxiliar o ser humano nessa tarefa de pensar, representar, julgar, decidir e agir com a criticidade que lhe é inerente. Nesse sentido, a filosofia tem muito por fazer na atualidade.

A utilidade e a importância da atitude filosófica podem residir nos atos de avaliar os diversos dogmatismos que assombram o mundo e que são impermeáveis ao diálogo, bem como as operações ideológicas dos seres humanos que manipulam o real, os fanatismos que cegam e as ações destrutivas ao redor do planeta que colocam em risco de extinção todas as manifestações da vida. Esses temas dão um alentado programa de ação para a filosofia, os quais podem ser resumidos em apenas um: fazer ver.

Por que ver? Porque a filosofia é atitude. Ela não é só discurso. Não é mera contemplação. Nem puro ócio. Como disse Sêneca nas Cartas a Lucílio, “A filosofia ensina a agir, não a falar”. Mas, compreendendo que o falar é uma forma de ação humana, um modo de se dizer o que se vê, sou da opinião de que o que Jostein Gaarder, filósofo norueguês, escreveu para a Unesco, por ocasião da comemoração deste Dia Mundial da Filosofia, é digno de nota.

Segundo Gaarder, pensando na Declaração Universal dos Direitos Humanos, feita pela Organização das Nações Unidas (ONU), talvez seja tempo de pensarmos em uma Declaração Universal dos Deveres Humanos, tal como Kant teria sugerido quando pensou em um imperativo universal para estabelecer a união planetária entre os povos.
Faço notar essa idéia que Gaarder busca em Kant porque não tenho certeza se imperativos são suficientes para que a ação humana no mundo seja mais bem orientada. Entretanto, estou certo de que os organismos internacionais e os filósofos mundializados recorrem a Kant e ao imperativo universal quando querem fazer eco à idéia de tolerância. Está lá, em todos os textos da Unesco.

Sim, em um mundo globalizado, a urgência de se saber conviver com as diferenças e a premência em se praticar o respeito e a convivialidade civilizada são valores humanos universais que poderiam consubstanciar aquela declaração de deveres, pois esses são valores importantes e ninguém nega. O problema recorrente, não apenas nessas ocasiões, é que sempre querem que sejamos tolerantes com coisas intoleráveis. Ora, isso é difícil de aceitar. Certas tolerâncias que querem nos fazer praticar são intoleráveis.
Por exemplo, os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre as faces da pobreza no mundo dá a dimensão da irracionalidade humana no que se refere à (in)justiça social e mostram os obstáculos para que haja uma união planetária de nações como querem os kantianos.

Esses dados falam por si mesmos. Bem mais de um bilhão de seres humanos no mundo sobrevivem com menos de um dólar por dia. Dois bilhões e setecentos milhões de homens e mulheres contam com menos de dois dólares para se manterem entre uma noite e outra.

Na esteira dessa miséria, seis milhões de crianças morrem atacadas por doenças facilmente curáveis, tais como diarréia, malária e pneumonia. Há regiões do globo nas quais menos da metade das crianças vão à escola no ensino fundamental. Menos de vinte por cento delas chegam ao ensino médio. 114 milhões de crianças não recebem nenhuma educação escolar. 584 milhões delas estão metidas no analfabetismo.
Pergunto: é possível ser tolerante com aqueles e com as estruturas que alimentam essa máquina de sobrevida e de morte? É com base nesse tipo de estrutura que uma declaração de deveres deseja delinear a união entre os povos?

Ora, o texto do PNUD me garante que, todos os dias, 800 milhões de pessoas adormecem com fome, sendo 300 milhões delas crianças... eu devo tolerar esse atentado contra a vida? Isso é desigualdade, não é diferença. A diferença foi feita para ser respeitada e vivida. A desigualdade e a injustiça nós não podemos tolerar.
Não é possível ser complacente quando esse relatório me diz que, a cada três minutos e seis segundo, uma pessoa morre de fome ao redor da Terra. É possível ser tolerante diante desse holocausto?

Esse estado macabro de coisas leva à política, campo em que assisto ao acinte, à desfaçatez e à subestimação de nossa inteligência: quando os políticos se colocam acima da lei e da ética, quase sempre para perpetuarem estruturas que geram vida para poucos e morte para muitos... com essa política eu devo ser tolerante?
Quando “ser” não é poder, quando “saber” não é poder, mas quando “ter” é que é poder efetivo, inclusive engolindo e moldando a prática política, também diante disso eu devo adotar a postura omissa de quem tolera?

Devo ser tolerante com esse modelo econômico injusto e com esse regime político obtuso, os quais nivelam a cultura pelo que de mais grotesco pode existir nesse setor? Tenho de aceitar essa cultura de massas feita pela quantidade, e não pelo mínimo daquilo que se considera qualidade e bom?

Se o Dia Mundial da Filosofia foi instituído para fazer com que a consciência humana aprofunde a própria criticidade em relação a si mesma, aos julgamentos de que tem participado em nossa época e às ações que as pessoas temos realizado no mundo, então devo indagar: o que é dignidade humana? A economia, a política e a cultura atuais estão a serviço dessa dignidade ou de quê?

Continuando, pergunto: o que vale termos uma declaração de direitos? Se uma declaração de direitos não nos acrescentou humanismo, uma declaração de deveres resolverá os nossos desatinos? Será possível fazer com que, por meio de deveres, todos os povos do mundo se unam em torno de valores humanos que lhes traga a paz e a concórdia? Tenho lá minhas dúvidas.

Enquanto a economia for empregada na produção de desigualdades, enquanto o uso do poder for feito para sacramentar privilégios e desrespeitar valores e enquanto a cultura for utilizada para embrutecer e cegar, penso que a tarefa da filosofia se agiganta.

Na situação em que no vemos, o máximo filosófico a ser feito é fazer as pessoas que amam a sabedoria voltar os olhos de infante ao real que nos circunda e gritar, alto e bom som, igual ao personagem infantil do dinamarquês Hans Christian Andersen: “o rei está nu”. Essa é a tarefa hercúlea da filosofia.
E tomara que o rei não fuja, nem tente matar o menino, nem diga que o garoto está louco. Tomara, ainda, que os acólitos do rei façam o mesmo: aceitem o grito revelador. Desejo, e muito, que o rei possa assumir a própria nudez e tratar de se vestir, o mais rapidamente possível. A vida não pode agonizar sob nossos olhos que não querem enxergar. Sem enxergar, como dar o passo, como empreender a ação?

Sim, o rei precisa ver. Até para escolher a roupa que vestirá após descobrir-se em pêlos. De minha parte, tenho uma sugestão de vestimenta: humanidade. Essa seria uma roupa que lhe cairia bem, sobretudo para que compreendesse para que serve o saber filosófico neste Dia Mundial da Filosofia.
Por Wilson Correia
Colunista Brasil Escola